APRENDIZAGEM GENERATIVA
- Ângela Guimarães

- 13 de jul. de 2020
- 1 min de leitura
Parte 1
Por Ângela Guimarães
Cada pessoa é um agente ativo de sua mudança e criador de seu destino. O que alcançarmos é, em grande parte, o resultado de nossos valores, interpretações e emoções.
Quando falamos de aprendizagem nos referimos a questionar os modelos mentais, emoções e sensações corporais associadas, falamos de mudanças e transformações, falamos sobre a transformação da pessoa.
A aprendizagem não é entendida como armazenamento de informações, mas como a capacidade de gerar resultados, criar a vida que queremos, de alcançar objetivos. Falamos, nesse sentido de aprendizagem generativa que está relacionada com a expansão da capacidade de “criar” e “gerar” resultados. Nesse sentido, a aprendizagem é o que nos permite tomar decisões e agir.
O simples acúmulo de informações, bem ou mal organizadas, não nos ajuda na tomada de decisões. É um tipo de aprendizagem que não se consegue a partir de livros. As leituras podem favorecer a reflexão, mas se isso não levar a novas ações e resultados, não teremos aprendido nada.
Para favorecer a aprendizagem, precisamos de experiência. Qualquer aprendizagem consciente ou inconsciente deve ser vivida, experimentada e integrada para ser generativa. E o que nos leva a aprender são nossas pesquisas e objetivos relacionados aos nossos valores.
É responsabilidade do professor ajudar o aluno a definir os objetivos em relação ao que está em pauta e acompanhá-lo no processo de “aprendizagem” e “desaprendizagem”, através do qual o aluno muda sua maneira de ver o mundo e segue rumo a um novo percurso de ação, conversas e resultados.
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