APRENDIZAGEM GENERATIVA
- Ângela Guimarães

- 20 de jul. de 2020
- 1 min de leitura
Parte 2
Por Ângela Guimarães
É preciso acompanhar o aluno até a realização dos seus objetivos. Na verdade, ambiciona-se mais do que isso, ambiciona-se que o aluno assuma a responsabilidade e o poder de seu próprio bem-estar e aprenda a se relacionar consigo mesmo, com os outros e com o meio em que vive de maneira criativa, respeitosa, transcendendo crenças limitantes, controlando suas emoções e vitalizando seu corpo.
A aprendizagem generativa transforma a pessoa. No processo de aprendizagem três situações podem acontecer:
· Ausência de aprendizagem: dado os nossos modelos mentais, repetimos com inércia a mesma ação sem levar em conta o resultado e sem considerar o FEEDBACK que os resultados trazem.
· Aprendizagem simples ou adaptativa: prestamos atenção ao feedback fornecido pelos resultados de nossas ações e decisões. Em caso de resultados indesejados, modificamos nosso comportamento. O campo de ação desta aprendizagem é delimitada pelos nossos próprios modelos mantais, que não mudam e marcam as possibilidades que acreditamos ter e os comportamentos.
· Aprendizagem generativa: em que o feedback afeta diretamente nossos modelos mentais, descobrindo novos olhares, novas perspectivas e novas crenças. Aprendemos a aprender, questionando nossas crenças e mudando a maneira como observamos a realidade.
Uma das ferramentas fundamentais que o professor pode utilizar para favorecer a aprendizagem generativa é a pergunta, para que o aluno possa descobrir a resposta.
Encerro com a frase de Bernard Charlot “O professor carrega nos ombros o patrimônio da humanidade”.
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