DEZ DICAS DA NEUROCIÊNCIA PARA A SALA DE AULA
- Ângela Guimarães

- 23 de jun de 2021
- 1 min de leitura
PARTE 2
Por Ângela Guimarães
Motivação: desafios e pequenas situações de estresse transitórias e transponíveis, nas quais os alunos percebam que superaram um problema, ajudam a mantê-los estimulados e interessados em aprender mais.
Planejar e organizar: as funções executivas, relacionadas à área pré-frontal, são ações cognitivas envolvidas no estabelecimento de objetivos, planejamento e organização de atividades voltadas para uma meta, gerenciamento do tempo, atenção direcionada ao objetivo, persistência em uma tarefa, memória de trabalho, flexibilidade para mudar estratégias, tomada de decisão, regulação emocional e habilidades sociais.
Tempo das aulas: aulas longas sem intervalo e conteúdos muito densos são mais propensas a distrações. Nesse caso, devem contar com alternâncias de atividades, de entonação de voz e posição do professor e pausas para descanso ou para contar um caso curioso, uma pequena história.
Ambiente: a aprendizagem é um processo biológico que depende dos estímulos oferecidos. A empatia, o ambiente de segurança, o conforto, o apoio e a afinidade entre pares, são importantes.
Avaliações: provas e notas deveriam funcionar como indicadores de que as estratégias de ensino e de estudo estão sendo eficientes e motivar a doção de estratégias alternativas. O aluno precisa saber por que está errando e onde está falhando para poder refletir sobre como melhorar.
Encerro com a frase de George Macdonald “Quando confiam em nós estão nos elogiando mais do que quando nos amam”.



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