O PROTAGONISMO DA EXISTÊNCIA INDIVIDUAL
- Ângela Guimarães

- 23 de nov. de 2020
- 2 min de leitura
Por Ângela Guimarães

Você sabia que os existencialistas afirmam que o ser humano é um ser “lançado ao mundo”.
O existencialismo nasceu na Alemanha por volta de 1930, como uma resposta à profunda crise criada pelas duas guerras mundiais: crise de consciência e crise social e cultural. Em termos filosóficos o termo é atribuído a qualquer realidade pelo simples fato de “ser”. Mas os existencialistas restringiram esse uso e aplicaram a existência apenas ao ser humano, caracterizando como o modo próprio do ser humano, o que implica liberdade e consciência.
Poderíamos dizer que o ser humano é o programador de sua própria existência!
Assim, o homem existe na medida em que ele é a origem de si mesmo e se faz através de suas escolhas livres.
A visão do professor sobre o aluno como ator principal no seu processo de desenvolvimento, lhe atribui a responsabilidade como um ser que cria a si próprio.
É uma visão apreciativa e empoderada!
Os seres humanos são concebidos como espaciais que criam seu próprio espaço entre as coisas. Trata-se de um modo ativo de estar no mundo, onde as possibilidades são entendidas como a origem da liberdade do ser humano. A ideia de ser humano como uma possibilidade reforça a visão capacitativa do professor sobre o aluno.
Os existencialistas insistem que a razão não é a única que descobre a realidade. Afirmam que existem sentimentos básicos que nos fazem experimentar melhor como é a existência, o que se conecta com a importância dos sentimentos e emoções no processo de aprendizagem, já que constituem uma fonte de informação através da qual podemos acessar e despertar a consciência sobre múltiplos aspectos do nosso ser.
O existencialismo reflete sobre o que é o ser humano, sua natureza e seu projeto de vida.
Uma das suas maiores contribuições para a educação é a sustentação de que os os seres humanos pensam, agem, se relacionam consigo mesmos, com sua própria transcendência e realidade, com suas contradições, interpretações e angústias.
Encerro com a frase de Peter Drucker, “A melhor forma de prever o futuro é cria-lo”.
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