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O QUE VOCÊ DIZ DEPOIS DE DIZER OLÁ

  • Foto do escritor: Ângela Guimarães
    Ângela Guimarães
  • 22 de fev. de 2021
  • 3 min de leitura

Por Ângela Guimarães


Você sabia que existem três estados do eu?

Existem três estados do eu: pai, adulto e criança. Todos nós temos esses três estados e cada um deles cumpre determinada função.

EU PAI (cuidador): é um estado em que se age, pensa ou fala com os padrões aprendidos dos seus pais ou alguma figura autoritária importante na infância.

EU ADULTO (individuador): é o estado amis racional e realista, no qual a informação é analisada, ordenada e tomada a decisão que se acredita ser a mais apropriada, sem ser influenciada por emoções ou normas.

EU CRIANÇA (cuidador): é o estado mais dominado pelos desejos, impulsos, sonhos, espontaneidade, criatividade e entusiasmo.

A análise transacional é uma teoria que nos permite perceber que temos parte de responsabilidade nas situações vividas, porque somos nós que inconscientemente, geramos ou mantemos determinada situação.

Cada estado do “eu” sente, pensa e age de maneira diferente, e cada pessoa manifestará características de todos os estados, bem como apresentará certa tendência a se localizar em um ou outro estado. Alguém que está no estado “pai” se comportará mais protetor, atenciosos e autoritário do que alguém que está no estado criança.

Esse modelo se aplica efetivamente nas relações didático-pedagógicas quando:

• Enfatiza as relações consigo mesmo e com os outros;

• Considera que a transformação é gerada a partir da experiência;

• Centra-se no presente;

• Permite conectar-se ao self do aluno, a suas crenças, comportamentos, reações, ilusões, preconceitos etc.

• Seus praticantes são ativos.

Nas conexões humanas é fundamental atentar para as relações, tanto para o momento em que ela é estabelecida e começa a fluir como para o modo como ela se desenvolve. Observar os estados das relações e as transações que emergem no processo é uma ação especialmente útil, além de possibilitar o acompanhamento na tomada de consciência de sua tendência e de suas posições mais significativas.

O triângulo dramático é um modelo é um modelo psicológico de interação humana dentro da análise transacional que representa três papéis diferentes, nos quais a pessoa geralmente se manifesta, através de papéis exercidos inconscientemente e repetidamente, a partir de trocas verbais e não verbais, que são os papéis de perseguidor, salvador e vítima.

Esses papéis são aprendidos durante a infância na família de origem e na escola, objetivando a sobrevivência emocional, razão pela qual também é chamado de triângulo de sobrevivência.

No estágio adulto, cada pessoa escolhe uma tendência, por exemplo, agindo como salvadores ao cuidar dos outros, como perseguidores ao descarregar seus ressentimentos sobre as outras pessoas e como vítimas quando agem como crianças indefesas e impotentes.

Vejamos as características de cada um desses papéis, considerando que se trata de tendência ou partes de uma pessoa, e não da pessoa em si.

Salvador: oferece ajuda para manter a interdependência do outro. Prioriza as necessidades dos outros em detrimento das suas, posto que não tem consciência do que realmente quer.

Perseguidor: age em seu próprio interesse, colocando os outros em situações difíceis ou de sofrimento, incluindo por vezes, agressividade e punição.

Vítima: queixa-se de seu desamparo, comporta-se de forma autodestrutiva e, para que as coisas não saiam bem, provoca humilhação e sofrimento. Sente culpa, inferioridade, tristeza, baixa autoestima, tendo o sentimento básico de ressentimento contra a vida.

Para sair do triângulo dramático devemos criar novos papéis que nos conduza ao triângulo vencedor!

No triângulo salvador três papéis são, especialmente, nutritivos e úteis.

Empático: cuida, mas respeita a capacidade do outro resolver problemas, não se interessa em se sentir superior e espera o outro pedir ajuda para então decidir se ajudará.

Assertivo: tem autoridade interna e investe sua energia para satisfazer suas necessidades e respeitar seus direitos, sem punir ou perseguir os outros. Autoafirmação sem necessidade de se sentir superior.

Vulnerável: coloca-se coo responsável por seus problemas e como será capaz de resolvê-los a partir de uma postura adulta, ativando seus próprios recursos.

Escolha como você irá trilhar o seu caminho e quais os recursos que você lançará mão nessa trajetória.

Encerro com a frase de Robert Frost quando diz: “No bosque duas estradas divergiam e eu peguei a menos percorrida. E isso fez toda a diferença.”





 
 
 

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