Sonhos e delírios
- Ângela Guimarães

- 16 de mar. de 2020
- 1 min de leitura
Por Ângela Guimarães e Maria Vaz
Goethe já dizia “Sonhe alto, pois os sonhos pequenos não mobilizam o coração” e eu te digo não desista dos seus sonhos, jamais! Eles são a essência da nossa alma, sem eles não traçamos nem alcançamos nossos objetivos e metas.
Busca aí na sua memória aquele sonho antigo, estranho, improvável e louco que você realizou. Lembrou? É esse mesmo! Foi difícil, surgiram barreiras, críticas e momentos de desânimo, mas conseguiu realizar suas inspirações. Lembre-se disso sempre que pensar em desistir do seu alvo.
Os sonhos são o Norte, Sul, Leste ou Oeste que leva você pelos caminhos a trilhar toda manhã quando acorda.
Já os delírios não, eles são extremamente profundos, ocultos, extravagantes (algumas vezes), enlouquecedores, realmente quase impossíveis de alcançar. Por isso, SONHE GRANDE e DELIRE MENOS!
Mas ATENÇÃO! Não permita que seus sonhos sejam tão altos que façam com que seus pés não toquem o sólido e necessário chão. Sonhar é maravilhoso, mas precisa manter os pés no chão e avaliar as possibilidades, prós e contras a respeito dos nossos desejos.
Mantenha o equilíbrio!
Não permita a dor de um objetivo frustrado impedir o discernimento na hora de definir os sonhos, traçar metas e fazer valer a ÚNICA VIDA!
Qual o meio termo entre sonho e delírio? Não posso te dizer ao certo, mas te sugerir que deve se sentir satisfeito e estar bem em relação ao objetivo.
Finalizo com a frase de Caio Fernando Abreu “Talvez, afinal, eu devesse começar a acreditar em milagres. Em rezas, em sonhos, em delírios”.




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