É possível fazer uma Alfabetização Emocional?
- Ângela Guimarães

- 3 de ago. de 2020
- 1 min de leitura
Parte 2
Por Ângela Guimarães e Maria Vaz
Em nosso repertório emocional, cada emoção desempenha uma função específica. Vejamos:
Raiva: o sangue flui para as mãos, os batimentos cardíacos aceleram e a adrenalina domina.
Medo: circuitos nos centros emocionais do cérebro disparam os hormônios que deixa o corpo inquieto.
Sensação de felicidade: a atividade do centro do cérebro bloqueia sentimentos negativos.
Amor: implica estimulação parassimpática que é um conjunto de reações que percorre todo o corpo, provocando um estado geral de calmaria e satisfação.
Tristeza: perda de energia e de entusiasmo.
Nós temos duas mentes, a que raciocina e a que sente. Na maior parte do tempo operam em estreita harmonia, porém quando surge as paixões, a mente emocional assume o comando, inundando a mente racional.
Agimos de forma irracional porque não desenvolvemos a capacidade de criar motivações para nós mesmos no sentido de persistirmos, apesar dos percalços. Agir com a razão impede que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar, de ser empático e autoconfiante.
Encerro parafraseando C. S. Lewis, quando diz “Quando um homem se torna melhor ele entende mais claramente o mal que ainda resta nele. Quando um homem se torna pior, ele entende menos sua própria maldade. Um homem moderadamente mau sabe que não é muito bom. Um homem completamente mau pensa que está certo. Na verdade, isto é senso comum. Entendemos o sono quando estamos acordados, não quando dormimos. Podemos ver erros aritméticos quando nossa mente funciona adequadamente. Não os percebemos quando os estamos cometendo. As pessoas boas conhecem o mal e a maldade. As pessoas más não conhecem nenhum dos dois”.
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